sábado, 9 de agosto de 2014

XVIII SEMANA DO TEMPO COMUM *
(Verde – Ofício do Dia da II Semana)


Leitura (Habacuc 1,12-2,4)

1 12 Não sois vós, Senhor, desde o princípio, o meu Deus, o meu Santo, o Imortal? Senhor, vós destinastes este povo para fazer justiça, o Rochedo, vós o designastes para aplicar castigos.13 Vossos olhos são por demais puros para verem o mal, não podeis contemplar o sofrimento. Por que olharíeis os ímpios e vos calaríeis, enquanto o malvado devora o justo?14 Trataríeis os homens como os peixes do mar, como os répteis que não têm dono.15 Ele pesca todos com o anzol, pega-os no covo, e recolhe-os na rede: e com isso se alegra e exulta.16 Por isso, oferece sacrifícios à sua causa, e queima perfumes à sua rede porque, graças a elas, teve pesca abundante e suculento manjar.17 Mas, continuará ele a esvaziar sua rede, e a degolar impiedosamente as nações?2 1 Vou ficar de sentinela, e postar-me sobre a trincheira; vou espreitar o que vai me dizer o Senhor, e o que ele vai responder ao meu pedido.2 E o Senhor respondeu-me assim: “Escreve esta visão, grava-a em tabuinhas, para que ela possa ser lida facilmente;3 porque há ainda uma visão para um termo fixado, ela se aproxima rapidamente de seu termo e não falhará. Mas, se tardar, espera-a, porque ela se realizará com toda a certeza e não falhará.4 Eis que sucumbe o que não tem a alma íntegra, mas o justo vive por sua fidelidade”.
Palavra do Senhor.

 

Salmo responsorial 9A/9

Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.
Deus sentou-se para sempre no seu trono, preparou o tribunal do julgamento;
julgará o mundo inteiro com justiça, e as nações há de julgar com equidade.


O Senhor é o refúgio do oprimido, seu abrigo nos momentos de aflição.
Quem conhece o vosso nome em vós espera, porque nunca abandonais quem vos procura.


Cantai hinos ao Senhor Deus de Sião, celebrai seus grandes feitos entre os povos!
Pois não esquece o clamor dos infelizes, deles se lembra e pede conta do seu sangue.

 

Evangelho (Mateus 17,14-20)

1714 E, quando eles se reuniram ao povo, um homem aproximou-se deles e prostrou-se diante de Jesus,15 dizendo: “Senhor, tem piedade de meu filho, porque é lunático e sofre muito: ora cai no fogo, ora na água.16 Já o apresentei a teus discípulos, mas eles não o puderam curar”.17 Respondeu Jesus: “Raça incrédula e perversa, até quando estarei convosco? Até quando hei de aturar-vos? Trazei-mo”.18 Jesus ameaçou o demônio e este saiu do menino, que ficou curado na mesma hora.19 Então os discípulos lhe perguntaram em particular: “Por que não pudemos nós expulsar este demônio?”20 Jesus respondeu-lhes: “Por causa de vossa falta de fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: ‘Transporta-te daqui para lá’, e ela irá; e nada vos será impossível. Quanto a esta espécie de demônio, só se pode expulsar à força de oração e de jejum”.
Palavra da Salvação.

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